Andamos, que a noite é escura,
encruzilhada atenta.
O pensamento vagueia,
o peito leve ignora.
Dúvida. Instante em que saímos,
para nos vermos mais ao perto.
Vem a aragem serena:
lenta, o dentro é lá fora.
Na folha morta, a Primavera
revolve-se e acena.
Errados os caminhos,
destino certo.
Sexta-feira, Agosto 26, 2011
Caminhos errados
Publicada por
Rafael Fraga
às
3:25 AM
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